A dinâmica de quem vende na pedra — no pátio aberto ou nos pavilhões de comercialização direta da CEASA — exige velocidade máxima. Diferente do box fixo com escritório estruturado, na pedra o escritório é o próprio corredor entre os paletes e a traseira do caminhão.
Onde o dinheiro costuma escorrer na operação de pátio
Na pressa para escoar a carga fresca antes do fim da feira, dois problemas consomem silenciosamente o resultado financeiro de produtores e atacadistas de pedra:
- Perda de caixaria plástica retornável: cada caixa plástica não devolvida pelo comprador custa caro. Sem um controle de empréstimo e devolução vinculado ao cadastro do cliente, centenas de caixas desaparecem todos os meses.
- Divergência na entrega ao carregador: quando o pedido é anotado em papel de pão, é comum haver erro na contagem de volumes entregues no carrinho ou no caminhão do comprador.
Como organizar a operação da pedra pelo celular ou tablet
Não é preciso montar uma mesa com computador no meio do pavilhão para ter gestão profissional. Com um fluxo pensado para a rotina da CEASA, você controla toda a carga na palma da mão:
- Abertura de caixa por carga ou viagem: cadastre a placa do caminhão e a quantidade total de volumes que desceram para a pedra. Ao longo da madrugada, acompanhe na tela quantas caixas faltam para zerar a carga.
- Controle automático de caixaria: a cada venda realizada, informe se o cliente levou a caixa plástica emprestada, pagou caução ou trocou vasilhame na hora. O saldo de caixas em poder de cada cliente fica registrado para cobrança na próxima compra.
- Romaneio digital para conferência de saída: o conferente ou carregador visualiza exatamente quantos volumes foram liberados para aquele comprador, eliminando entregas em duplicidade.
Fechamento da feira em 5 minutos
Acabou a feira? Em vez de passar a tarde somando bloquinhos amassados, você já tem na tela do celular o resumo completo do caminhão: total vendido à vista no PIX ou dinheiro, total vendido a prazo, saldo de caixaria e lucro líquido da viagem.

